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Café pode ajudar a prevenir Alzheimer, diz estudo

O Alzheimer é uma complicação capaz de prejudicar consideravelmente a qualidade de vida de idosos. Isso porque ele provoca o declínio das funções cognitivas, interferindo no comportamento e na personalidade. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que haja, no Brasil, 1,1 milhão de pessoas com a doença. São esses pacientes que motivam especialistas a encontrar soluções. Um estudo realizado na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, identificou a cafeína como substância promissora para o combate a esse e outros problemas.

Um grupo de cientistas descobriu que a enzima NMNAT2 tem duas funções benéficas para o cérebro: proteger os neurônios do estresse e combater o acúmulo da proteína Tau – esta última está associada a doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. A equipe testou 1.280 compostos em camundongos, a fim de encontrar algum que pudesse aumentar a quantidade da enzima. A cafeína e outras 23 substâncias mostraram os resultados almejados pelos pesquisadores, com a primeira se sobressaindo.

 

Três xícaras por dia

Outro estudo, dessa vez publicado no British Medical Journal, revista acadêmica de medicina do Reino Unido, aponta que beber três ou quatro xícaras de café por dia é melhor que ficar sem ingerir nada da bebida. A pesquisa constatou que os que consomem regularmente o café têm os riscos de desenvolver doença cardíaca reduzidos em 19%, se comparados aos que não bebem. Já as chances de morte por derrame chegam a ser 30% menor.

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