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Conheça 13 métodos diferentes para preparar o seu café

O tradicional filtro de papel e a máquina de expresso estão longe de serem as únicas formas de fazer o saboroso e popular cafezinho. Existem diversas maneiras de preparo da bebida e cada uma destaca uma característica do produto, podendo agradar diferentes consumidores.

Os nomes também são os mais variados – Moka, Hario, Syphon, Kalita, Prensa Francesa, Aeropress, Chemex, entre outros. Parte desses métodos são influência da cultura de outros países, como Estados Unidos, Japão e Alemanha.

“A adição de água quente ao café torrado e moído, produzindo então a bebida, é um processo chamado de infusão e pode ocorrer por filtragem, percolação, prensagem ou pressão”, afirma a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café).

Veja agora 13 métodos de preparo do café:

Filtro de Papel ou Coador de Pano

A técnica é muito comum no Brasil. É bastante apreciada porque o aroma remete ao conforto do café feito em casa. Para prepará-lo, utiliza-se pó com moagem média ou fina e o filtro de papel ou coador deve ter o mesmo tamanho e forma do porta-filtros. O tecido filtra o sólido e libera todos os óleos essenciais.

 

 

Expresso 

O tempo de preparo do café expresso é de 20 a 30 segundos. Os que passam com menos de 20 segundos ficam fracos e pouco cremosos. Já os com mais de 30 segundos tornam-se amargos e fortes. O grão é moído na hora, colocado no filtro da máquina e compactado com o prensador. Por fim, a água aquecida a mais ou menos 92 graus é liberada.

 

Cafeteira Italiana ou Moka

Técnica prática e caseira. A extração acontece por meio da pressão da água e o resultado é um café encorpado. Recomenda-se usar moagem grossa, pois a fina impede a passagem da água. A dica é: antes de servir, mexer o café com uma colher na cafeteira para uniformizar a densidade. Também vale beber assim que ficar pronto para aproveitar ao máximo o aroma e o sabor.

 

Prensa Francesa 

Popular na Europa, é um método de preparo por infusão que acontece por no máximo quatro minutos. O pó precisa ter moagem um pouco mais grossa. Escaldar a cafeteira para manter o café quente por mais tempo também é importante. A filtragem é feita por um êmbolo de metal que separa o pó no fundo do recipiente.

 

Globinho ou Syphon

Inventada em 1840, a cafeteira é composta por dois globos de vidro – um deles com um funil – um filtro, uma base e a chama, que é a fonte de calor. É um método de preparo que mistura infusão e indução térmica, resultando em uma bebida encorpada e de doçura e acidez altas. A medida que o globo inferior esfria, cria-se um vácuo que puxa para baixo o líquido misturado com o pó, passando pelo filtro e retendo o pó. A técnica também é conhecida por cona vácuo, syphon, vacpot e vacuum coffee maker.

 

 

Chemex 

A cafeteira, criada em 1941, tem o formato de uma ampulheta feita de vidro. Possui uma espécie de “colar” de madeira polida, que serve para manter a temperatura. Ela usa um filtro de papel próprio, que é 20% a 30% mais grosso que os comuns. O resultado é um café limpo e com notável aroma.

 

Hario V60

Método japonês que apresenta como diferencial o porta-filtro com relevos espirais, que proporcionam a expansão do pó no momento em que a bebida é coada. Esse efeito produz um café suave, mas que realça suas nuances. O filtro de papel utilizado também é diferente. Ao contrário dos tradicionais, ele é desenhado em formato de cone, permitindo que a filtragem seja uniforme.

 

Cafeor

Esse método dispensa o tradicional filtro de papel. Quem toma seu lugar é um filtro metálico cônico. O material proporciona maior tempo de contato do café com a água, resultando em uma bebida mais doce e bastante aromática.

 

Clever

Com um recipiente que se assemelha a um coador de papel, o método foi inventado em 2009, em Taiwan. A diferença é que na sua base há uma válvula que solta o café apenas quando o filtro é apoiado sobre uma xícara. Isso impede o gotejamento e a bebida tem seu sabor liberado em imersão total.

 

Kalita

O principal diferencial do método Kalita é o fundo do porta-filtro, que é plano e possui três pequenos orifícios para a extração do café. O filtro também tem uma característica própria: é ondulado, reduzindo o contato da bebida com o suporte e oferecendo uma filtragem mais uniforme.

 

Café turco

Tradicional na Turquia, o café turco ficou mundialmente conhecido devido à borra que deixa no fundo da xícara e que é usada para “prever o futuro”. Encorpada e de sabor forte, a bebida deve ser servida sem filtrar. O ideal é utilizar um recipiente típico feito de cobre e bronze, com um cabo longo, chamado de Ibrik.

 

Aeropress

De acordo com a Abic, a Aeropress encanta por permitir que um café coado tenha características de um expresso. A cafeteira, criada em 2005, nos Estados Unidos, utiliza dois tipos de filtro: papel e metálico. O primeiro é o mais comum, retém alguns óleos e é descartável. Traz como resultado uma bebida mais limpa e com amargor menor. Já o segundo é mais econômico, uma vez que não é descartável. Ele oferece um café menos limpo, pois o filtro metálico não segura tantas partículas, sendo, portanto, mais amargo.

 

Koar

Esse é um método novo, criado em Pernambuco e lançado em 2017. O café passa por um filtro de cerâmica vitrificada com 16 sulcos em forma de onda. Para preparar, coloque o pó e faça a pré-infusão em 50 a 70ml de água durante 30 segundos. Em seguida, outra parte da água vai sendo derramada. Inicialmente, o líquido é despejado com pequenos movimentos circulares. Depois, o fluxo é centralizado. Após 50 segundos, o restante da água é colocado em fluxo constante no centro. O processo deve ser finalizado antes que o café comece a gotejar. Pronto, agora é só servir!

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